Mauricio parou surprendido.

—Quem me chama?

—Sou eu.

—Tu?! Jorge!

—Sim, pois quem havia de ser?

Mauricio caminhou ao encontro do irmão.

—Transportas-me de surpreza em surpreza! uns dias a seguir da janella do teu quarto o caminhar das nuvens, outros a errar á meia noite por entre as sombras dos bosques! Em que havia de dar a arithmetica!

—Cheguei ha pouco. Abafava lá dentro. Vim para aqui esperar-te, porque desejava conversar comtigo.

—O tom é grave e serio; é de crer que o assumpto corresponda.

—Não te enganas. É bastante serio o que tenho para dizer-te.