Os dois caixeiros fungaram do outro lado da sala.
—De Harmental—concluiu maliciosamente Carlos—e acrescentou:—Não sei de que se riem estes senhores.
—É porque teem a vida muito canceirosa—respondeu Manoel Quentino.
—Depois hei de emprestar-lhe a Mademoiselle…
O mesmo effeito nos caixeiros.
—Mademoiselle de La Seiglière—delicada concepção de Jules Sandeau—concluiu Carlos, olhando-os com gravidade comica.
—Adeus, já me fez enganar!—exclamou Manoel Quentino—Por sua causa escrevi agora—cavalheiro—em vez de—Companhia.
—Isso emenda-se.
—Ha de emendar boas cousas.
—Emenda, sim. Olhe d'esse a faz-se bem um o; depois o m fórma-se do v e do…