—Como era negocio de vulto…

Manoel Quentino fez porém uma carêta, que o levou a corrigir.

—Isto é… de vulto não digo… mas…

—Mas que podia bem vir a sel-o para o futuro … é assim—atalhou Mr.
Richard.

—Exactamente—concordou o filho.

Manoel Quentino sorria.

—Mas já estive a pensar—proseguiu Mr. Richard—talvez influissem n'isto as condições do mercado em Londres. Subiria o genero a ponto de exceder o maximo indicado nas nossas cartas.

—Póde ser, mas…—dizia Carlos, olhando para Manoel Quentino, á espera de receber inspirações d'alli.

Este affeiçoou os labios como para pronunciar uma palavra, que a Carlos pareceu dever ser «juro». Por isso abalançou-se outra vez a dizer:

—E tambem o juro…