—Então, Manoel Quentino! tão leviano me julga, que não admitte que eu falle serio alguma vez?

—Não, mas…

Cecilia tomou, a mêdo, a defeza de Carlos.

—Uma vez que o snr. Carlos se offerece para o ajudar, por que não aceita?

—Ahi vem a outra! Ora para o que lhe deram hoje! Este rapaz engana-se a si proprio. Eu já disse que não duvido dos seus bons sentimentos, mas…

—Mas—atalhou Carlos—uma palavra só! Quer dar-me algumas lições de escripturação commercial? Bem vê que não perde nada com isso.

—Hão de ser curiosas!

—Sejam ou não sejam. Quer ou não.

—Não seja essa a duvida.

—Até á noite, meu mestre—disse Carlos, pegando no chapéo para sair.