O rubor de despeito e de cólera tingiu as faces de Carlos.

—Repito. Que eu respeito. Julgo que me darão licença para poder fallar serio alguma vez.

—Ah! de certo. Mas, sempre que isso acontecer, eu não me hei de poder ter com riso.

—Tu a fallares serio!

—Então de facto estás apaixonado? Pois conta-nos isso. Bem sabes que os amigos são para as occasiões.

Amicus certus…

—Canta a tua aria de confidencia, que o côro te secundará…

—Quando não, procuraremos, descobriremos, e depois então seremos implacaveis, crueis! Vê lá!

—Fatal dóminó!

—Pois acreditas?