Manoel Quentino ergueu as mãos para Jenny.
—Espere! espere! E se tem poder para me tirar do coração isto, que m'o esmaga, faça-o, faca-o! Por muito que os outros soffram, quem soffre aqui mais sou eu!
Havia na voz do pobre pae a commoção mais sincera!
Jenny parou a escutal-o.
Manoel Quentino estendeu para ella a carta de Carlos, que trouxera comsigo.
—Quem escreveu esta carta a minha filha?
Jenny ficou enleiada á vista da carta; olhou para Carlos, cuja physionomia lhe disse tudo.
Cecilia ergueu tambem a cabeça com espanto.
Em Manoel Quentino, que notou a perturbação de Jenny, redobrou com isto a anciedade, e sem attender a que ia sacrificar Cecilia, insistiu imprudentemente:
—Quem escreveu esta carta a minha filha? Esta carta recebida ainda ha poucas horas? Ella ahi está ainda como me chegou ás mãos. Abram-a, leiam-a, e, se o que contiver não justificar as minhas suspeitas… se…