—O' Butterfly, good morning! How do you do, sir?—exclamou Mr. Richard, saudando o seu cão predilecto, que lhe estendeu a pata como para um shake-hand. Havia n'isto um requerimento a uma fatia de fiambre, o que o inglez não indeferiu.
O pequeno quadrupede sentou-se então com familiaridade na cadeira devoluta ao lado do seu dono, fazendo a devida justiça ás sobras do lunch, que lhe cabiam em partilha.
Jenny erguia-se a cada momento para servir o pae, attendendo a particularidades, futeis de mais para merecerem a observação do criado ou de outrem, que não fosse uma filha.
N'uma d'estas occasiões, Mr. Richard, como se não tivesse perdido ainda o fio da conversa anterior, disse a meia voz:
—É que ha oito dias, que nem apparece no escriptorio e … é feio isso.
Jenny não respondeu.
Era claro que durante todo o tempo, em que tinham guardado silencio, o mesmo pensamento occupára o espirito de ambos.
Receio que os redactores do Times não tivessem d'esta vez conseguido captivar a attenção do seu leitor.
Levantou-se por fim o inglez.
Lavando as mãos e estendendo a vista pelos floridos taboleiros do jardim, murmurava ainda: