MANOEL

Juro que te arrependes, Tónio! Cego seja eu de gôta serena.

TÓNIO

Pois cego sejas tu.

FRANCISCO, interpondo-se:

Olhem o médico! Tenham juizo, ó menos...

O MÉDICO, da porta, falando para dentro:

Sim senhor, tudo se há de arranjar, esteja socegadinho... isso pássa (entrando). Pobre homem!

TÓNIO, avançando para o médico:

Está pronto, não é verdade? Já d'ali não «arrinca»... Morre?