MARIA JOANA, que vinha entrando e que ouviu o irmão dizer aquilo:
O quê! Morre? (Pausa. Ninguem responde; dirige-se ao médico). Morre? meu pai morre? (o médico cala-se) Não me respondem! não me dizem nada! (levando as mãos á cabeça num desespero)[{157}] Ah, meu pai! Ah, meu pai! Que não tenho outro...
FRANCISCO, confortando-a:
«Atão», Maria Joana, vem cá, vem cá. Olha que êle ouve.
MARIA JOANA
Deixa-me! Deixa-me!... Eu quero morrer tambem. Quero morrer, «Fracisco».
FRANCISCO
Nosso-Senhor ainda pode muito, cachopa!
TÓNIO, ao médico que está preparado para, saír:
Quanto ao trabalhinho de vossa senhoria, há de perdoar, nós lá iremos...