[[22]] Este Soneto, diz Faria e Sousa, em um M. S. se entítula do Conde de Vimioso; e anda tambem impresso entre os de Bernardes e he o 79.
[[23]] Na morte da Infanta D. Maria filha d'ElRei D. Manuel e de sua terceira Rainha D. Leonor.
[[24]] Ao Viso-Rei D. Luis d'Ataïde.
[[25]] A João Lopes Leitão, a quem se attribue o Soneto em louvor de Camões: "Quem he este que na harpa Lusitana."
[[26]] A D. Leoniz Pereira, defendendo valerosamente a praça de Malaca de que era Capitão, contra o formidavel poder do Achem, em 1568.
[[27]] A D. Antonio de Noronha.
[[28]] A D. João de Lencastro, Duque de Aveiro, neto de D. João II.
[[29]] A D. Antonio de Noronha.
[[30]] Á morte de D. Antonio de Noronha e do Principe D. João, pae d'ElRei D. Sebastião.
[[31]] A D. Francisco Coutinho, Conde do Redondo, Viso-Rei da India, por occasião de haver Garcia da Orta, famoso Medico Portuguez, publicado em Goa em 1563 uma obra intitulada: Colloquio dos Simples, e cousas medicinaes da India.