—oOo—
A HUMA DAMA, PERGUNTANDO-LHE QUEM O MATAVA.
Mote.
Perguntais-me, quem me mata?
Não quero responder nada,
Por vos não fazer culpada.
Volta.
E se a penna não me atiça,
A dizer pena tão forte,
Quero-me entregar á morte,
Antes que a vós á justiça.
Porém se tendes cobiça
De vos verdes tão culpada,
Direi que não sinto nada.
—oOo—
MOTE.
Esconjuro-te, Domingas,
Pois me dás tanto cuidado,
Que me digas se te vingas,
Viverei menos penado.
Voltas.