—Quem? perguntou Carlos Maria com os olhos.

—Seu primo Theophilo. A prima contou-me que elle andava com suas esperanças, e foi por isso que ficou este anno na Corte. Desconfiou, ou já se falava na sahida do ministerio; talvez desconfiasse. Não me lembra bem o que ella me disse; mas parece que entra.

—Pode ser.

—Olha, lá sahiu Rubião; mas não, parou, está olhando para cima, espera talvez a diligencia ou o carro. Elle tinha carro. Lá vae andando...


[CAPITULO CLXXIII]

—Com quê, o Theophilo está ministro! exclamou Carlos Maria.

E, depois de um instante:

—Creio que dará um bom ministro. Você queria ver-me tambem ministro?

—Se você gostasse, que remedio?