D. LEOCADIA, pegando-lhe nas mãos.
Olhe bem para mim (Pausa.) Suspire. (Cavalcante suspira.) O senhor está doente; não negue que está doente,—moralmente, entenda-se; não negue! (Solta-lhe as mãos.)
CAVALCANTE
Negar seria mentir. Sim, minha senhora, confesso que tive um grandissimo desgosto...
D. LEOCADIA
Jogo de praça?
CAVALCANTE
Não, senhora.
D. LEOCADIA
Ambições politicas mallogradas?