—E levantar-se-á depois contra nós... continuou Pavel.
—O nosso dever é não lho consentir, reprimindo-o! Somos nós quem se encontra mais perto d’elle. Acreditar-nos-á... seguir-nos-á!
—Sabes? O Rybine pediu-me que fizessemos um jornal para os camponezes.
—Apoiado! É tratar d’isso.
E depois de commentar as ultimas palavras de Rybine, ergueu-se, dizendo:
—Vou dar um passeio ao campo.
—Depois do banho? Olha que faz muito vento... Vaes arranjar uma irritação na pelle! accudiu Pélagué.
—Deixal-o! Quero saír.
Vestiu-se e foi-se sem dizer palavra.
—Soffre! suspirou a velha.