O bexigoso retirou logo a mão, como se se tivesse queimado. O hymno cessára de todo. Os rapazes pararam, envolvendo Pavel n’um circulo, que elle acabou por transpor.
Sob a bandeira haveria, quando muito, uns vinte homens; mas firmes.
—Tenente, prenda aquelle! ordenou o velho alto apontando para Pavel.
O officialsito accorreu logo, e agarrou no pao da bandeira.
—Dá cá isso!
—Não! Abaixo os oppressores do povo!
A bandeira tremia; inclinava-se ora para a direita, ora para a esquerda, ficando depois erecta. Vessoftchikof passou pela frente de Pélagué, com o braço erguido, de punho cerrado, e com uma rapidez que ella não lhe conheceu.
—Agarrem todos! berrou o velho, batendo com o pé.
Alguns soldados avançaram, um d’elles com a coronha no ar; a bandeira estremeceu, baixou e desappareceu no grupo cinzento.
Pélagué soltou um grito, um rugido que não tinha nada de humano. Aos ouvidos chegou-lhe a voz do filho: