—Então: Fala... Avia-te!...
—E onde está a minha mala? perguntou logo Pélagué em voz alta e com severidade, sem ter bem consciencia do motivo por que assim falava.
O campónio encolheu os hombros. Pensativo, respondeu:
—Deixa estar que não está perdida!
E acrescentou friamente e em voz baixa:
—Eu disse diante da pequena que a mala estava vazia. Cá tinha as minhas razões. Ao contrário, você traz ali coisas bem pesadas...
—E então?
Levantou-se, approximou-se d’ella, curvou-se e inquiriu, baixando ainda mais a voz:
—Conhece aquelle homem de ha pouco?
Pélagué estremeceu, mas declarou com firmeza: