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- Nabucodonosor, venceo a Sedechias, e o levou prezo a Babilonia. Disc. 8. p. [292].
- Nabais, seu brazão. 3. 14. [100].
- Nàos, as da India porque padecem naufragios. 7. 1. [230]. & seqq.
- Estes naufragios como se pódem remediar. Que carga carregavaõ em tempo delRey D. Manoel. E no tempo delRey D. João III. [ibidem].
- grande numero de enfermos que houve na em que foy Carlos Espinola. Numero das que se perderaõ no anno 91. e 92. [ibidem].
- Algumas foraõ à India em 4. mezes, e meyo. 7. 1. [234].
- As pequenas de mayor proveito que as grandes. [ibidem].
- Naufragios, os das Nàos da India atalhou ElRey D. Sebastião, e de que forma. 7. 1. [232].
- Navarra, não entrou por força de armas na Coroa de Castella. 2. 9. [54].
- Negreiros, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Negro, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Nerva, por sua frouxidão cahio em desprezo do povo. Disc. 8. p. [292].
- Netto, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Nobrega, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Nobreza, porque senaõ augmenta em Portugal. 1. 2. [9].
- Como pòde crescer em Portugal, 1. 7. [28].
- He a cousa mais prezada, e menos conhecida. 3. 1. [81].
- Ha cinco gràos della neste Reyno, e quaes. 3. 1. [83].
- Nobres, os de Portugal seu principio. 2. 1. [34].
- Nobre, que palavra he, donde se deriva, o que he. 3. 1. [81].
- Nomes, para que se inventarão entre os homens. 3. 2. [84].
- Distincção do nome, sobre nome, cognome, agnome, [ibidem].
- Noronha, seu brazaõ. 3. 15. [102].
- Novaes, seu brazão. 3. 14. [100].
- Nogueira, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Numa, Pompilio mais louvado que Romulo, e porque. Disc. 8. p. [309].
- sua boa inclinação quam amado o fez dos seus. Disc. 8. p. [311].
- Nuno da Cunha, Cardeal seu Elogio. 8. 17. [273].
O
- Octaviano Cesar, despachava as cousas de justiça com muito cuidado. Disc. 8. p. [290].
- quam amado era dos seus. Disc. 8. p. [229].
- Octaviano Augusto, publicou perante o povo as deshonestidades de sua filha Julia, e porque. Disc. 8. p. [353].
- De que fórma honrou aos grandes Capitaens. Disc. 8. p. [363].
- Officiaes, que fazião armas gozavão privilegios em muitas Cidades, e Villas. 2. 11. [58].
- Officina, de armas mandou fazer ElRey D. Manoel na Ribeira de Barcarena, onde se lavravão com engenhos de agoa. 2. 11. [59].
- Officio, do Rey qual he. Disc. 8. p. [290]. & [331].
- Oliveira, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Onças, que Familias as trazem nos Escudos. 3. 4. [89].
- Ordenança, seu Regimento. 2. 10. [54].
- Ordens Militares, para que foraõ instituidas em Portugal. 2. 17. [74].
- A mais antiga qual. Seu instituidor. [ibidem].
- Armas que eraõ obrigados a ter prontas. 2. 17. [78].
- Ordem de SanTiago, seus cavaleiros vieraõ soccorrer a ElRey D. Affonso Henriques quando estava cercado dos Mouros. 2. 17. [75].
- Premios que receberaõ dos Reys de Portugal. Terras que possuem. [ibidem].
- Ordem de Christo, seu principio em Portugal. Seu instituidor. 2. 17. [76].
- Ordem do Hospital de S. Joaõ de Jerusalem, seu principio em Portugal. 2. 17. [77].
- Orfaons, em Constantinopla se fundou a primeira casa para a sua educaçaõ. 1. 6. [26].
- em muitos Reynos ha estas casas. Nellas se lavraõ as melhores obras mechanicas. [ibidem].
- Orfaons, que se dotaõ todos os annos em Milão, e em Sevilha. 1. 6. [27].
- Ornela, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Orosco, seu brazão. 3. 7. [94].
- Ortis, seu brazaõ. 4. 14. [100].
- Ossem, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Ourem, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Ouro, sua abundancia em Serra Leva. 6. 5. [227].
- Ozorio, seu brazaõ. 3. 4. [89].
P
- Paçanha, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Pacheco, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Padilha, seu brazaõ. 3. 14. [100].
- Paim, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Palameque, seu brazaõ. 3. 7. [94].
- Palha, seu brazaõ. 3. 15. [104].
- Pamplona, seu brazão. 3. 5. [89].
- Panos de Ràs, os melhores se fabricaõ em Flandes. 1. 1. [3].
- Panegyrico, o que he. Disc 8. pag. [287].
- Sua invençaõ de mais proveito que outro genero de historia. Disc. 8. p. [288].
- O que fez João de Barros a ElRey D. João o III. Disc. 8. p. [287].
- à Infanta Dona Maria. Disc. 8. pag. [395].
- Paõ, seu brazaõ. 3. 6. [93].
- Paõ, se pòde cultivar em Portugal o que baste para todo o Reyno. 1. 5. [25].
- Papel, sua invenção, 1. 1. [4].
- Principio de sua fabrica em Portugal. 1. 4. [19].
- Em que terras do Reyno se fabrica. [ibidem].
- Palatim, seu brazaõ. 3. 5. 9O.
- Pato, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Patria, propria louvada por Sophocles. 8. 1. [246].
- Patacaõ, de prata o que valia. 4. 32. [181].
- Pavia, seu brazaõ. 3. 12. [98].
- Pavia, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- D. Payo Galvaõ, Cardeal seu Elogio. 8. 2. [249].
- Paz, naõ se pòde conservar sem a milicia. 2. 1. [33].
- Naõ a ha perfeita sem perfeita Religiaõ. Disc. 8. p. [312].
- Pedroso, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Pedroso, seu brazaõ. 3. 14. [101].
- D. Pedro da Fonseca, Cardeal seu Elogio. 8. 7. [254].
- Rey D. Pedro I, por sua justiça foy bem quisto do Povo. Disc. 8. p. [300].
- Rey D. Pedro de Castella expulso do Reyno por sua crueldade. Disc. 8. pag. [305].
- Vem a Portugal, e naõ he recebido. [ibidem].
- Pegado, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Pega, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Peixoto, seu brazaõ. 3. 15. [103].
- Peixoto, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Pelicano, sua figura vista em Evora. 4. 30. [177].
- Penha, seu brazaõ. 2. 4. [88].
- Perdigaõ, seu brazaõ. 3. 14. [101].
- Pereira, seu brazaõ. 3. 6. [93].
- Peregrinação, se deve fazer por amor das Artes, e Sciencias. 8. 1. [238].
- Com ella se aprendem muitas cousas. 8. 1. [242].
- Seus trabalhos. 8. 1. [244].
- Perestrello, seu brazaõ. 3. 10. [96].
- Perestrello, seu brazaõ. 3. 14. [101].
- Pessoa, seu brazaõ. 3. 9. [96].
- Pestana, seu brazaõ. 1. 5. [90].
- Pilartes, que moedas eraõ. 4. 26. [172].
- Pimentel, seu brazaõ. 3. 8. [95].
- Pimentel, seu brazaõ. 3. 6. [93].
- Pinheiro, seu brazaõ. 3. 14. [101].
- Pinto, seu brazaõ. 3. 9. [96].
- Pythagoras, e Plataõ, tiveraõ perfeito conhecimento de todas as Sciencias. 8. 1. [238].
- Plinio, o que diz a respeito da Lusitania. 5. 2. [197].
- Plataõ, conhecimento que teve de todas as Sciencias 8. 1. [238].
- Pò, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Poços, de suas agoas se bebe em varias Cidades, e Villas de Portugal. 1. 5. [22].
- Poetas, com elles se devem aconselhar os Reys. Disc. 8. p. [352].
- Poezia, heroica, seu principio. Disc. 8. p. [287].
- Polvora, sua invençaõ, 1. 1. [3].
- Sua fabrica em Portugal. 2. 11. [59].
- Politica, só nas Cortes dos Principes se aprende. 8. 1. [240].
- Pompeo, perdeo-se na guerra que teve na Asia, e porque. Disc. 8. p. [318].
- Porra, seu brazaõ. 3. 14. [101].
- Porto, carreiro seu brasaõ. 3. 5. [90].
- Portos, de Lisboa, e Setuval, mandou fortificar ElRey D. João 1. 2. 12. [61].
- Portugal, foy hum dos primeiros Reynos, que se recuperou pelos Christãos, e quando. 3. 1. [82].
- Seus primeiros povoadores [ibidem].
- Atè onde se estendia. 5. 2. [196]. & seqq.
- Portugueses, quantos acompanharão a ElRey D. Sebastiaõ a Africa, 1. 2. 8. & 2. 7. [46].
- Porque embarcão muitos para fòra do Reyno. 1. 2. [9].
- Porque fógem do Estado da India. 1. 3. [12].
- No valor, e lealdade superipres a todas as Naçoens. 2. 9. [54].
- Foraõ os primeiros professores de Sciencias que houve em Hespanha. 5. 2. [198].
- Forão os primeiros que ensinarão artes no mundo. [ibidem].
- Forão levados a Roma por Metello, como por Troféos, por serem excelentes Poetas. 5. 2. [199].
- Portugueses, que moeda era. 4. 31. [178].
- Povo, de 70. Pessoas sahirão mais de 600U000. 1. 2. [5].
- O de Portugal porque causa he pouco em numero. 1. 2. [7].
- Pragas, que rogavão os Cretenses. Disc. 8. p. [338].
- Preto, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Presas, pelas Armadas delRey a quem pertencem. 2. 14. [66]. & [67].
- Principe, bom resplandece como o Sol. Disc. 8. p. [304].
- Deve seguir o exemplo de Hercules, e qual. Disc. 8. p. [376].
- Não hade ser nem muito brando, nem muito aspero. Disc. 8. pag. [323].
- Sua força consiste na temperança da vida. Disc. 8. p. [415].
- Na paz deve ser muito diligente. Disc. 8. p. [337].
- Quanto se deve guardar dos lisongeiros. [ibidem].
- O que naõ ama a Deos não pòde governar bem seus vassallos. Disc. 8. pag. [404].
- Principes, que reprehende Plutharco quaes. Disc. 8. p. [332].
- Privado, seu brazaõ. 3. 5. [90].
- Prudencia, necessaria ao Principe para ser justo. Disc. 8. p. [346].
- Em que consiste. ibidem. & Disc. 8. pag. [337].
- nada ha aonde naõ ha idade. Disc. 8. p. [350].
Q
- Quadros, seu brazão. 3. 5. [90].
- Queiròs, seu brazão. 3. 9. [96].
- Querena, dos Navios em que tempo se começou a uzar em Portugal. 7. 1. [233].
- Às vezes he prejudicial às proprias Nàos. [ibidem].
- Quintal, seu brazão. 3. 5. [90].
R
- Rangel, seu brazão. 3. 12. [98].
- Raposo, seu brazão. 3. 5. [90].
- Reaes brancos, moeda antiga o que valião. 4. 42. [192].
- Rebaldo, seu brazão. 3. 4. [88].
- Rebello, seu brazão. 3. 5. [89].
- Rey Recaredo, que moeda bateo em Hespanha. 4. 5. [151].
- Rey Recesvinto, que moedas bateo em Hespanha. 4. 15. [158].
- Refoyos, seu brazão. 3. 5. [90].
- Rego, seu brazão. 3. 14. [101].
- Regras, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Reimondo, seu brazaõ. 3. 12. [98].
- Reys, sua grandeza està na multidão do povo. 1. 1. [1].
- O de Granada punha em campo mais gente que outro Reyno de Hespanha. 1. 1. [2].
- O que devem fazer para enriquecer os Reynos. 1. 4. [36].
- Dando o que naõ tem se fazem Senhores dos Reynos. 1. 5. [23].
- Os de Castella que forão vencidos pelos de Portugal. 2. 9. [51].
- Os de Portugal favorecerão aos Estrangeiros com poderosas armadas. 2. 15. [68].
- Que estados possuem os de Portugal em Guinè. 6. 1. [216].
- Com que condiçoens os receberão dos Summos Pontifices. [ibidem].
- Os de Ethiopia aptos para abraçar o Evangelho. 6. 5. [227].
- Reys, qual he o seu officio. Disc. 8. p. [290].
- Para cumprimento da justiça não haõde exceder aos vassallos em boa vida. [ibidem].
- Antigamente todos erão Sacerdotes, e que Diadema traziaõ. Disc. 8. p. [311].
- Reys Suevos, houve muitos em Portugal. Disc. 8. p. [307].
- Reys, não devem peccar com intençaõ de emmenda. Disc. 8. p. [346].
- O que devem fazer para o bom governo. Disc. 8. p. [352].
- Os idolatras todos tiveraõ mào fim. Disc. 8. p. [319].
- Os que foraõ Santos em alguns Reynos Disc. 8. p. [317].
- Saõ a imagem de Deos. Disc. 8. pag. [315].
- Reys Filosofos, bemaventurança da Republica. Disc. 8. p. [337].
- Haõde ter hum ouvido aberto para quem acusa, e outro para quem he acusado. Disc. 8. p. [290].
- Reys de Armas, que officio he, e quando começou em Portugal. 3. 18. [110].
- Suas obrigacoens. 3. 18. [114].
- Ceremonias que se fazem no acto em que se lhes daõ os nomes de Reys de Armas. 3. 19. [117].
- Reynos, sua felicidade em que se funda. 1. 1. [2].
- Os que saõ faltos de ouro, e prata. 1. 4. [15].
- O de Portugal favorecido sempre de Deos. 2. 9. [50].
- Os bemaventurados quaes. Disc. 8. p. [299].
- Em que consiste a sua bemaventurança. Disc. 8. p. [315].
- Religioens, sua variedade causa odio entre as gentes. 6. 4. [224].
- Relogios, invẽçaõ de sua fabrica. 1. 1. [4].
- Republica boa, partida em tres Estados. Disc. 8. p. [205].
- Adonde naõ ha amor de Deos naõ se póde governar. Disc. 8. p. [310].
- Resende, seu brazaõ. 3. 13. 99. & 3. 15. [103].
- Retaguarda, vanguarda, e alas, em que tempo se introduzirão estes nomes em Portugal. 2. 8. [46].
- Como se chamavão antigamente, [ibidem].
- Riba fria, seu brazão. 3. 14. [101].
- Ribeira, seu brazão. 3. 4. [88].
- Ribeiro, seu brazão. 3. 14. [101].
- Ricos homens, que titulo he. 3. 20. [121].
- Roboredo, seu brazão. 3. 13. [99].
- Rocha, seu brazão. 3. 7. [94].
- Rocha, seu brazaõ. 3. 8. [95].
- Rodrigues, seu brazaõ, 3. 12. [98].
- Rodrigues, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Rey D. Rodrigo, que moedas bateo em Hespanha. 4. 20. [164].
- Roja, seu brazão. 3. 10. [96].
- Rolao, seu brazaõ. 3. 4. [88].
- Rolim, seu brazaõ. 3. 13. [99].
- Roma, Cidade de grande confusão. Disc. 8. p. [295].
- Tomada pelos Francezes de quanto proveito foy aos Romanos. Disc. 8. p. [336].
- Romanos, que moedas baterão em Hespanha. 4. 2. [147].
- Com quanto cuidado guardavão sua falsa Religião. Disc. 8. p. [313].
- Causa de sua destruição. Disc. 8. p. 363. & [369].