Dizemos a respeito d'esta peça o mesmo que dissemos das «Decimas ao Tabellião» (pag. 165) isto é, que não ha certeza de que Bocage fosse o seu auctor; mas achamos-lhe merito sufficiente para que os leitores não desestimem encontral-a aqui impressa pela primeira vez.
FIM.
| [Ribeirada: poema em um só canto.] |
| [A Manteigui: poema em um só canto.] |
| [A Empreza Nocturna.] |
| [Epistola a Marilia.] |
| [Fragmento De Alceu, Poeta Grego: traduzido da imitação franceza de Mr. Parny.] |
| [Arte de Amar, ou Preceitos, e Regras Amatorias para Agradar ás Damas. Imitação de Ovidio.] |
| [Cartas de Olinda e Alzira.] |
| [Epistola I. Olinda a Alzira.] |
| [Epistola II. Alzira a Olinda.] |
| [Epistola III. Olinda a Alzira.] |
| [Epistola IV. Alzira a Olinda.] |
| [Epistola V. Olinda a Alzira.] |
| [Epistola VI. Alzira a Olinda.] |
| [Epistola VII. Olinda a Alzira.] |
| [Sonetos.] |
| [Soneto I. Tendo o terrivel Bonaparte á vista] |
| [Soneto II. Lá quando em mim perder a humanidade] |
| [Soneto III. Esse disforme, e rigido porraz] |
| [Soneto IV. N'um capote embrulhado, ao pé de Armia] |
| [Soneto V. No canto de um venal salão de dança] |
| [Soneto VI. Não lamentes, oh Nise, o teu estado] |
| [Soneto VII. Tu, oh demente velho descarado] |
| [Soneto VIII. Vai cagar o mestiço, e não vai só] |
| [Soneto IX. Arreitada donzella em fofo leito] |
| [Soneto X. Esquentado frisão, brutal masmarro] |
| [Soneto XI. N'esta, cuja memoria esquece á Fama] |
| [Soneto XII. Amar dentro do peito uma donzella] |
| [Soneto XIII. É pau, e rei dos paus, não marmelleiro] |
| [Soneto XIV. Bojudo fradalhão de larga venta] |
| [Soneto XV. Aquelle semi-clerigo patife] |
| [Soneto XVI. Porri-potente heróe, que uma cadeira] |
| [Soneto XVII. Dizem que o rei cruel do Averno immundo] |
| [Soneto XVIII. Nojenta prole da rainha Ginga] |
| [Soneto XIX.Turba esfaimada, multidão canina] |
| [Soneto XX. Magro, de olhos azues, carão moreno] |
| [Soneto XXI. Na scena em quadra tragico-hynvernosa] |
| [Soneto XXII. Não tendo que fazer Apollo um dia] |
| [Soneto XXIII. Rapada, amarellenta cabelleira] |
| [Soneto XXIV. Pilha aqui, pilha ali, vozêa auctores] |
| [Soneto XXV. Não chores, chara esposa, que o Destino] |
| [Soneto XXVI. Se quereis, bom Monarcha, ter soldados] |
| [Soneto XXVII. Veiu Muley-Achmet marroquino] |
| [Soneto XXVIII. Uma noute o Scopezzi mui contente] |
| [Soneto XXIX. Cagando estava a dama mais formosa] |
| [Soneto XXX. Quando do gran Martinho a fatal Parca] |
| [Soneto XXXI. Dizendo que a costura não dá nada] |
| [Soneto XXXII. Piolhos cría o cabello mais dourado] |
| [Soneto XXXIII. Se o gran serralho do Sophi potente] |
| [Soneto XXXIV. Não te crimino a ti, plebe insensata] |
| [Soneto XXXV. Se tu visses, Josino, a minha amada] |
| [Soneto XXXVI. Cante a guerra quem fôr arrenegado] |
| [Soneto XXXVII. Fiado no fervor da mocidade] |
| [Soneto XXXVIII. Eu foder putas?.. Nunca mais, caralho!] |
| [Soneto XXXIX. «Ora deixe-me, então… faz-se creança?] |
| [Soneto XL. Pela rua da Rosa eu caminhava] |
| [Soneto XLI. «Apre! Não mettas todo… Eu mais não posso…»] |
| [Soneto XLII. Vem cá, minha Maria, tão roliça] |
| [Soneto XLIII. Dormia a somno solto a minha amada] |
| [Soneto XLIV. Eram oito do dia; eis a creada] |
| [Soneto XLV. Pela escadinha de um courão subindo] |
| [Soneto XLVI. Eram seis da manhan; eu acordava] |
| [Soneto XLVII. «Mas se o pae acordar!.. (Marcia dizia] |
| [Soneto XLVIII. Quando no estado natural vivia] |
| [Soneto XLIX. Levanta Alzira os olhos pudibunda] |
| [Soneto L. Uma empada de gallico á janella] |
| [Soneto LI. Com que magoa o não digo! Eu nem te vejo] |
| [Soneto LII. Que eu não possa ajuntar como o Quintella] |
| [Decimas.] |
| [A um Tabellião Velho, que Casou com Moça Nova.] |
| [O inferno do Ciume.] |
| [Venha cá, sô Boticario] |
| [P'ra que viva a cosinheira] |
| [Dialogo entre o Poeta, e o Tejo.] |
| [São uns cornos mui bem feitos] |
| [Improviso.] |
| [Elegia. Á Morte de uma Famosa Alcoviteira.] |
| [Anti-pavorosa — Parodia Christan.] (Manuel Thomás Pinheiro de Aragão) |
| [Epistola ao Auctor da «Pavorosa»] (Anonymo.) |
| [Soneto. Não lamentes, Alcino, o teu estado] (José Anselmo Corrêa Henriques) |
| [Entre um frade, e entre um burro] |
| [Casou um bonzo da China] |
| [Soneto. Em quanto a rude plebe alvoroçada] (Anonymo) |
| [Soneto. Morreu Bocage, sepultou-se em Gôa!] (B.M. Curvo Semedo.) |
| [Soneto. Esqueleto animal, cara de fome] (Anonymo.) |
| [Soneto. Ha junto do Parnaso um turvo lago] (J. Franco) |
| [Epigramma. De todos sempre diz mal] (D. Caldas Barbosa.) |
| [Satyra. Impondo duração além das eras] (autor desconhecido) |
| [Do throno excelso nos degraus sagrados] (Fr. José Botelho Torrezão) |
| [Encontrei certo Leigo franciscano] (José Caetano de Figueiredo) |
| [Christo morreu ha mil e tantos annos] (Francisco Manuel do Nascimento) |
| [Padre Frei Cosme, vossa reverencia] (autor desconhecido) |
| [Lingua mordaz, infame, e maldizente] (autor desconhecido) |
| [Soneto I. De c'rôa virginal a frente ornada] (Miguel Tiberio Pedegache) |
| [Soneto II. Acredite, sentado aos quentes lares] (Miguel Tiberio Pedegache) |
| [Soneto. Para illudir o suspirado encanto] (Pedro José Constancio) |