[Pag. 172] — Elegia etc.

Dizemos a respeito d'esta peça o mesmo que dissemos das «Decimas ao Tabellião» (pag. 165) isto é, que não ha certeza de que Bocage fosse o seu auctor; mas achamos-lhe merito sufficiente para que os leitores não desestimem encontral-a aqui impressa pela primeira vez.

FIM.


[Índice Exaustivo dos Poemas Contidos Neste Volume]

[Ribeirada: poema em um só canto.]
[A Manteigui: poema em um só canto.]
[A Empreza Nocturna.]
[Epistola a Marilia.]
[Fragmento De Alceu, Poeta Grego: traduzido da imitação franceza de Mr. Parny.]
[Arte de Amar, ou Preceitos, e Regras Amatorias para Agradar ás Damas. Imitação de Ovidio.]
[Cartas de Olinda e Alzira.]
[Epistola I. Olinda a Alzira.]
[Epistola II. Alzira a Olinda.]
[Epistola III. Olinda a Alzira.]
[Epistola IV. Alzira a Olinda.]
[Epistola V. Olinda a Alzira.]
[Epistola VI. Alzira a Olinda.]
[Epistola VII. Olinda a Alzira.]
[Sonetos.]
[Soneto I. Tendo o terrivel Bonaparte á vista]
[Soneto II. Lá quando em mim perder a humanidade]
[Soneto III. Esse disforme, e rigido porraz]
[Soneto IV. N'um capote embrulhado, ao pé de Armia]
[Soneto V. No canto de um venal salão de dança]
[Soneto VI. Não lamentes, oh Nise, o teu estado]
[Soneto VII. Tu, oh demente velho descarado]
[Soneto VIII. Vai cagar o mestiço, e não vai só]
[Soneto IX. Arreitada donzella em fofo leito]
[Soneto X. Esquentado frisão, brutal masmarro]
[Soneto XI. N'esta, cuja memoria esquece á Fama]
[Soneto XII. Amar dentro do peito uma donzella]
[Soneto XIII. É pau, e rei dos paus, não marmelleiro]
[Soneto XIV. Bojudo fradalhão de larga venta]
[Soneto XV. Aquelle semi-clerigo patife]
[Soneto XVI. Porri-potente heróe, que uma cadeira]
[Soneto XVII. Dizem que o rei cruel do Averno immundo]
[Soneto XVIII. Nojenta prole da rainha Ginga]
[Soneto XIX.Turba esfaimada, multidão canina]
[Soneto XX. Magro, de olhos azues, carão moreno]
[Soneto XXI. Na scena em quadra tragico-hynvernosa]
[Soneto XXII. Não tendo que fazer Apollo um dia]
[Soneto XXIII. Rapada, amarellenta cabelleira]
[Soneto XXIV. Pilha aqui, pilha ali, vozêa auctores]
[Soneto XXV. Não chores, chara esposa, que o Destino]
[Soneto XXVI. Se quereis, bom Monarcha, ter soldados]
[Soneto XXVII. Veiu Muley-Achmet marroquino]
[Soneto XXVIII. Uma noute o Scopezzi mui contente]
[Soneto XXIX. Cagando estava a dama mais formosa]
[Soneto XXX. Quando do gran Martinho a fatal Parca]
[Soneto XXXI. Dizendo que a costura não dá nada]
[Soneto XXXII. Piolhos cría o cabello mais dourado]
[Soneto XXXIII. Se o gran serralho do Sophi potente]
[Soneto XXXIV. Não te crimino a ti, plebe insensata]
[Soneto XXXV. Se tu visses, Josino, a minha amada]
[Soneto XXXVI. Cante a guerra quem fôr arrenegado]
[Soneto XXXVII. Fiado no fervor da mocidade]
[Soneto XXXVIII. Eu foder putas?.. Nunca mais, caralho!]
[Soneto XXXIX. «Ora deixe-me, então… faz-se creança?]
[Soneto XL. Pela rua da Rosa eu caminhava]
[Soneto XLI. «Apre! Não mettas todo… Eu mais não posso…»]
[Soneto XLII. Vem cá, minha Maria, tão roliça]
[Soneto XLIII. Dormia a somno solto a minha amada]
[Soneto XLIV. Eram oito do dia; eis a creada]
[Soneto XLV. Pela escadinha de um courão subindo]
[Soneto XLVI. Eram seis da manhan; eu acordava]
[Soneto XLVII. «Mas se o pae acordar!.. (Marcia dizia]
[Soneto XLVIII. Quando no estado natural vivia]
[Soneto XLIX. Levanta Alzira os olhos pudibunda]
[Soneto L. Uma empada de gallico á janella]
[Soneto LI. Com que magoa o não digo! Eu nem te vejo]
[Soneto LII. Que eu não possa ajuntar como o Quintella]
[Decimas.]
[A um Tabellião Velho, que Casou com Moça Nova.]
[O inferno do Ciume.]
[Venha cá, sô Boticario]
[P'ra que viva a cosinheira]
[Dialogo entre o Poeta, e o Tejo.]
[São uns cornos mui bem feitos]
[Improviso.]
[Elegia. Á Morte de uma Famosa Alcoviteira.]
[Anti-pavorosa — Parodia Christan.] (Manuel Thomás Pinheiro de Aragão)
[Epistola ao Auctor da «Pavorosa»] (Anonymo.)
[Soneto. Não lamentes, Alcino, o teu estado] (José Anselmo Corrêa Henriques)
[Entre um frade, e entre um burro]
[Casou um bonzo da China]
[Soneto. Em quanto a rude plebe alvoroçada] (Anonymo)
[Soneto. Morreu Bocage, sepultou-se em Gôa!] (B.M. Curvo Semedo.)
[Soneto. Esqueleto animal, cara de fome] (Anonymo.)
[Soneto. Ha junto do Parnaso um turvo lago] (J. Franco)
[Epigramma. De todos sempre diz mal] (D. Caldas Barbosa.)
[Satyra. Impondo duração além das eras] (autor desconhecido)
[Do throno excelso nos degraus sagrados] (Fr. José Botelho Torrezão)
[Encontrei certo Leigo franciscano] (José Caetano de Figueiredo)
[Christo morreu ha mil e tantos annos] (Francisco Manuel do Nascimento)
[Padre Frei Cosme, vossa reverencia] (autor desconhecido)
[Lingua mordaz, infame, e maldizente] (autor desconhecido)
[Soneto I. De c'rôa virginal a frente ornada] (Miguel Tiberio Pedegache)
[Soneto II. Acredite, sentado aos quentes lares] (Miguel Tiberio Pedegache)
[Soneto. Para illudir o suspirado encanto] (Pedro José Constancio)