Salve Lygia!
NERVA
Salve, formosa Lygia!
PETRONIO aos dois que chegam junto d'elle
Salve! Salve! (Os escravos trazem duas cadeiras. Marcos e Lygia sentam-se). Que vieste fazer a Cumes, Marcos?
MARCOS
Escrevemos-te. Queriamos que fosses passar comnosco uns tempos na nossa casa da Sicilia. A tua carta entristeceu-nos. Resolvemos vir-mos buscar-te. És preciso á nossa ventura!
PETRONIO
Admiro o teu coração: como me admira que dois noivos se possam lembrar d'um amigo ausente.