Formosa creoula repousa e dormita,
Emquanto a mucamba nos ares agita
Um leque de plumas.
Na rêde perpassam as tremulas sombras
Dos altos bambús;
E dorme a creoula de manso embalada,
Pendidos os braços da rêde nevada
Mimosos, e nús.
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O vento que passe tranquillo, de leve,
Nas folhas do engá;
As aves que abafem seu canto sentido;
As rodas do engenho não façam ruido,
Que dorme a Sinhá.