Mas então que historia é essa? Tu estás lá ou és de gesso? (Traviata sáe pelo braço de Alfredo. Sahem todos).
SCENA V
Germano, só, (entrando muito atrapalhado)
Onde está o meu Alfredo? Onde está o meu menino? Eu ando com tanto medo que elle se perca, coitadinho! Pediu-me esta tarde licença p'ra sahir a passeio, e como é creança não pensa, quem sabe lá se no meio de tanta rapaziada se metteu n'alguma alhada? Já me disseram que aqui é casa de brincadeira, onde vem gente estragada… e pelo que me disse a porteira, o pequeno entrou pr'a cá! Quem m'o affirma? Quem sabe se elle se vae aqui perder, porque afinal tem a edade em que é preciso… prazer! Onde elle cahiu! Desgraçado! Que tormento! Que impaciencia! Hei de tel-o amarrado, pr'a que não perca a innocencia! Vou por ahi dentro procural-o, e olarépes! que hei de achal-o! (Sáe).
SCENA VI
Traviata e Alfredo, depois Germano
Traviata (pelo braço de Alfredo)
É verdade, caro Alfredo, eu não sei porque motivo ao ver-me comsigo aqui, já me parece que vivo no paraiso, no ceu..
Alfredo
É tal qual como eu, desde o momento em que a vi!