Alfredo (tragico, arrepellando-se)

Morrrrta! Morrrrta a minha Traviata!

Germano (imitando-o)

Vae torrrrta! Vae torrrrta se elle se mata!

Traviata (a Alfredo, com voz de moribunda)

Alfredo, dá-me a tua mão. Fica sendo meu amigo; eu mereço o teu perdão.

Germano (áparte, amollando o caso)

Viva e forte como um mastro.
Não tem fim aquelle canastro!

N.º 9

(Musica)