Vinde jurar os novos Reis felizes:

Nos pulsos descarnados

Mostrai ao Povo as roxas cicatrizes,

E os grilhões inda quentes

Na praça triunfal deixai pendentes.

Que lagrimas levaste,

Patrio Téjo, na tua escura veia

Quando turvo passaste!

E as ondas, que quebravas sobre a areia,

Que cinzas que regárão!