Nutrindo esse alto esp'rito
No que ficou dos seculos dourados
Em prosa, ou verso escrito;
Recolhendo na próvida memoria
De estranhos Reis, e de teus Reis a historia.
Outras vezes rasgando á vasta terra
Seu peito cavernoso,
Ou descobrindo quanto o mar encerra
De raro, e precioso,
Profundavas com seria madureza
Os segredos da occulta natureza.
De tão doces estudos arrancado
Por mais altos destinos,
Da Lusa gente, e de seus Reis chamado