Que em naturaes ternissimos affetos
A mão te beijem Netos de teus Netos.
Mas deixa, ó Musa, a frouxa poesia

Para assumptos menores;

Não profanem de Angeja a gloria, e o dia

Importunos louvores;

Pois inda que soubesses dirigi-los,
Quer merece-los; mas não quer ouvi-los.

Engana-te o dezejo, que te inspira,

Reconhece o teu erro;

Se vês, que só ajustão nesta lyra

Negras cordas de ferro,

Não torças, não, teu misero fadario:
Torna ao Gamão, e ao triste Boticario.