O Captivo Remeiro fatigado,

Do ardente Sol não fuja:

Em ferros envolvido o duro corpo,

Trabalhe o dia inteiro:

O queimado semblante ande banhando

De violento suor:

Apressado mastigue, e poucas vezes,

O corrupto biscoito:

Mas tenha o rosto alegre, e socegado

Entre as duras prizões,