III

Primeiros passos de Brant e Gameiro[73]
Carta ao marquez de Palmella[74]
Resposta do Governo Portuguez[75]
Palmella no ministerio[75]
Inclinações francezas de Subserra[76]
Desafio de honrarias: o Santo Espirito e a Jarreteira[77]
Tergiversação da Côrte de Lisboa[78]
Attitude do ministro Villa Real na troca dos plenos poderes[79]
A Abrilada[80]
Pressa da Inglaterra com relação ao reconhecimento[80]
A questão do trafico de escravos desde 1810[81]
O Brazil e a escravidão[84]
A missão Amherst ao Rio de Janeiro. O trafico e José Bonifacio[85]
Instrucções secretas de Brant e Gameiro sobre o trafico[87]
A França e a Grã Bretanha na Peninsula Iberica[90]
Partido tirado pelos politicos brazileiros das rivalidades internacionaes[91]
Acção dos enviados brazileiros junto a Canning[93]
Esboço de tratado formulado por Brant e Gameiro[94]
Canning e a successão[94]
Exigencias previas de Villa Real na primeira conferencia do Foreign Office[94]
A suspensão das hostilidades[95]
Expedição portugueza ao Rio de Janeiro[95]
Segunda conferencia no Foreign Office. Canning assume a tarefa de redigir um projecto de tratado[96]

IV

Fraqueza dos recursos militares do Reino. Papel glorioso da marinha nacional[98]
As prezas de Lord Cochrane[100]
Entrevista confidencial de Villa Real com os enviados brazileiros[100]
Novas conferencias no Foreign Office. Má vontade da Austria. Juizo de Metternich sobre Canning[102]
Projecto de tratado apresentado por George Canning[103]
Insistencias de Villa Real e evasivas de Brant e Gameiro[104]
Espirito de rebellião no Brazil[105]
Aspecto moral da capital brazileira[107]
Recusa para a transmissão do projecto Canning[109]
Canning transmitte seu proprio projecto de tratado para Lisboa[110]
Solicitude de Canning pelas negociações[111]
Affazeres da Legação[112]
Emprestimo brazileiro prejudicado pela revolução pernambucana de 1824. Esperanças portuguezas. Fuga de Manoel de Carvalho[113]
Brant e Gameiro recebem novas instrucções. O armisticio e a successão ao throno portuguez[116]
Pretenções portuguezas a suzerania. Vantagens commerciaes offerecidas pelo Brazil[120]
Opposição portugueza. Idéas de Palmella. Sympathia de Canning[122]
Contra-projecto portuguez[123]
Esforços dos enviados brazileiros em favor da paz. Correspondencia entre Brant e Palmella[125]
Observações da Chancellaria Brazileira ao projecto de Canning[127]

V

Communicação official do contra-projecto. Preparativos de guerra[130]
Relações commerciaes do Brazil com a Inglaterra. Opposição de Wellington e Eldon ao reconhecimento[131]
A questão do pau brazil[133]
Opposição da maioria do gabinete e do Rei ás idéas de Canning[134]
Reconciliação do Rei com o seu Secretario de Estado[136]
Influencía da Santa Alliança em Lisboa. Mudança benevola para com o Brazil na attitude da Austria. Intriga de Metternich[138]
Cordialidade de relações entre Esterhazy e Canning. A Santa Alliança e o reconhecimento das republicas hespanholas[139]
A Austria abandona Portugal. Palmella e Subserra mandam ao Rio um emissario secreto. O Imperador e as negociações clandestinas[141]
Brant e Gameiro exploram o despacho do emissario. Brant preconiza uma guerra economica[143]
O Brazil recusa declarar a cessação das hostilidades[144]
Desavença entre Villa Real e os enviados brazileiros. Subsequente reconciliação[145]
Desunião moral entre Portugal e Brazil. Razões d'este estado de espirito[147]
O papel de D. Miguel. Palmella e Subserra[150]
Resolução de Canning[152]
Bons conselhos de Canning[154]
O reconhecimento em França[156]
Interesses britannicos na America Latina[159]
Palmella e a Santa Alliança. Replica de Canning ao contra-projecto[160]
Intrigas francezas em Lisboa. Hyde de Neuville[162]
Linguagem de Canning para o Brazil[163]
Circular do Governo Portuguez[164]
Deliberação de Canning com relação ao reconhecimento das republicas hespanholas. Despeito de Brant e Gameiro[166]
Jubilo dos nossos enviados. Missão de Sir [Charles Stuart][169]
Canning concilia a Austria. Brant e Gameiro [rejeitam] o contra-projecto[173]
Natureza da missão de Sir Charles Stuart[174]
Portugal perde a opportunidade de fazer o reconhecimento. Carta de Brant a D. Miguel de Mello[176]
Politica pratica da Inglaterra. Dissimulações de Metternich[177]
Urgencia do reconhecimento[178]
Resposta de D. Miguel de Mello[179]
Mudança radical em Metternich[180]
Os adversarios de Canning na sua politica latino-americana. A Austria, a França e a Russia[182]

VI

Sir William A' Court, embaixador em Lisboa[187]
Chegada de Sir Charles Stuart a Lisboa. Inicio das negociações[189]
Instrucções de Canning[191]
As negociações e as potencias continentaes[194]
O reconhecimento na Europa e na America Latina[197]
A entrevista de Combe Wood[198]
A Carta Regia. Partida de Sir Charles para o Rio de Janeiro[199]
A Carta Regia julgada em Londres[201]
A Inglaterra no caso de mallogro das negociações do Rio[204]
Opiniões de Neumann[205]
A missão Stuart e a nossa Secretaria de Estrangeiros[207]
Partida de Brant para o Brazil. Gameiro e Palmella em Londres[210]
Perfil de Palmella. Razões da sua popularidade em Londres[212]
Palmella e a Independencia do Brazil[215]
Palmella, a demissão de Subserra e a agitação de Hyde de Neuville[218]

VII

Chegada de Sir Charles Stuart ao Brazil. Acolhimento imperial. Nomeação dos plenipotenciarios brazileiros[223]
A situação do Imperio com relação a Buenos Ayres[224]
A Inglaterra e a politica platina do Brazil[226]
Idéas de Gameiro sobre a questão de Montevidéo[228]
Buenos Ayres igualmente solicita a intervenção ingleza[231]
As negociações no Rio de Janeiro[232]
O tratado e convenção de 29 de Agosto de 1825[240]
Ratificação do Tratado e Convenção[245]
Palmella e os tratados entre Portugal e Inglaterra[245]
Sir Charles Stuart e o tratado de commercio com a Grã Bretanha[247]