—Fica por minha conta...

—O preço é de dois mil e duzentos francos.

—Muito bem, arrendo-o eu.

—Mas a senhora não o viu, se quer subir, os inquilinos saíram agora mesmo...

—Não é preciso, repito-lhe que eu arrendo a casa. Tome, aqui tem o signal...

E Ambrosina mette uma moeda de vinte francos na mão de Chausson, accrescentando:

—Tome; mas ficar-lhe-hei muito agradecida se não disser ao sr. Casimiro que fui eu que arrendei a casa, aqui tem a minha morada e o meu nome... se quizer ir tirar informações...

—Oh! minha senhora, eu bem vejo que não é preciso, quando se tem maneiras como a senhora; demais, a senhora é conhecida do sr. Casimiro!

—Tome; aqui tem mais vinte francos, seja discreto, que não ficarei sómente n’isto...

—Estarei ás ordens da senhora tanto de dia como de noite, sempre prompto!...