—Não quero!
—Então, é ou não velhaco?
—Não lhe tem respeito nenhum.
—Elle é ainda tão pequeno, e depois aprendeu a responder assim com o pae. Isto faz-me lembrar tanto o meu homem! Faça favor de me dar a flor de malva e o mel.
—Sim, senhora, vou avial-a immediatamente.
—E não lhe parece que seria melhor dar-lhe leite de burra?
—Não, senhora; torno-lhe a dizer que o seu menino não precisa d’isso. Mas emfim, se a senhora quer dar-lh’o por força, mal não lhe pode elle fazer.
—Não acha? O senhor não tem cá uma burra?
—Oh! não, senhora, nós não temos leite de burra!