| LIV—De
como se entendeu
na redempção do Infante
D. Fernando, e do que se
seguiu | 108 |
| LV—Como
a Rainha D.
Lianor se partiu de Cintra para Almeirim contra
vontade de d'El-Rei e dos Infantes, e como se El-Rei foi a Santarem, e
do que se
seguiu | 113 |
| LVI—Liança
do
Infante D. Pedro com o Condestabre e
Mestre d'Alcantara de Castella, contra os Infantes d'Aragão,
e das ajudas que lhe
deu | 115 |
| LVII—Conselhos
que o
Infante D. Pedro teve sobre o assessego e
segurança d'estas cousas, e como a Rainha fingidamente se
concordou com
elle | 117 |
| LVIII—Como
o conde de
Barcellos desdisse muito á Rainha
esta concordia com o Infante, em caso que não fosse
verdadeira | 119 |
| LIX—Como o Priol
do Crato consentiu em receber a
Rainha em suas
fortalezas | 120 |
| LX—Como o conde de
Barcellos fez liança com
os Infantes
d'Aragão, e como foi por isso muito
prasmado | 121 |
| LXI—Como o Infante
D. Anrique se viu com o conde de
Barcellos seu
irmão para o concordar com o Infante D.
Pedro | 123 |
| LXII—De como veiu
a El-Rei embaixada de Castella, e
como foi
recebida | 124 |
| LXIII—Como o
Infante D. Anrique procurou de trazer o
Priol do Crato a
serviço e prazer do Infante D. Pedro, e do que n'isso
passou | 127 |
| LXIV—De como se a
Rainha aconselhou sobre a ida para o
Crato, e como
emfim posposto o conselho se
partiu | 128 |
| LXV—Do que fizeram
os da Rainha depois que souberam da
sua
partida | 130 |
| LXVI—De como o
Regente foi avisado da secreta partida
da Rainha, e do
que logo sobr'isso se
fez | 131 |
| LXVII—Do que a
Rainha fez depois de ser no
Crato | 134 |
| LXVIII—Como
falleciam os mantimentos á
Rainha e ao Priol do
Crato | 135 |
| LXIX—De uma
embaixada d'El-Rei d'Aragão e
de Napoles que
veiu ao Infante D. Pedro sobre os feitos da
Rainha | 136 |
| LXX—De
como o Regente determinou pôr cêrco ao
Crato e ás outras fortalezas do Priol, e a que pessoas os
cêrcos foram
encommendados | 137 |
| LXXI—Como
El-Rei quiz vêr e viu o capitão na
ordenança de guerra em que
vinha | 139 |
| LXXII—Como
a Rainha meteu de Castella gente d'armas n'estes reinos
para se bastecer, e do que
fizeram | 141 |
| LXXIII—Da resposta
que o Regente houve d'algumas cousas que com sua
embaixada enviou a Roma
requerer | 142 |
| LXXIV—Como em se
accordando o cêrco do Crato soube o regente
que a Rainha D. Lianor era partida do Crato para Castella, e como
todavia seguiu, e do que se
fez | 144 |
| LXXV—Como o
Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique se foram a Lamego
para passarem entre Doiro e Minho. E como o conde de Barcellos se poz
em defeza, e do que se n'isso
passou | 148 |
| LXXVI—Das
côrtes que se fizeram sobre o casamento d'El-Rei
com a Rainha D. Isabel, filha do Infante D.
Pedro | 152 |
| LXXVII—Como o
Regente por meio do conde de Barcellos procurou de se
concordar com a Rainha D. Lianor, e das cousas porque ella
não
quiz | 153 |
| LXXVIII—Como a
Rainha D. Lianor se foi á côrte de
El-Rei de Castella, e das embaixadas que vieram a
Portugal | 155 |
| LXXIX—De como o
Regente sobre a resposta que a estas embaixadas se
daria, fez côrtes
geraes | 157 |
| LXXXIII—De
como foi a morte do Infante D.Fernando que era captivo em
Fez | 14 |
| LXXXIV—De
como foi a morte da Rainha D. Lianor em Toledo, estando
já para se tornar a
Portugal | 15 |
| LXXXV—Como
o Condestabre filho do Infante D. Pedro foi enviado a
Castella com gentes d'armas, em ajuda de El-Rei de Castella contra os
Infantes d'Aragão, e do que se passou até
tornar | 19 |
| LXXXVI—De
como o Regente fez côrtes geraes, em que leixou a
El-Rei a primeira vez o Regimento do Reino, segundo era obrigado, e
como El-Rei lh'o tornou a
dar | 22 |
| LXXXVII—De
como as filhas do Infante D. João foram
casadas | 25 |
| LXXXVIII—Como
El-Rei por meio do duque e de seu filho o conde d'Ourem
pediu ao Infante o Regimento do Reino, e como inteiramente lh'o
leixou | 27 |
| LXXXIX—Das cousas
que o conde de Barcellos fez em abatimento do
Infante D. Pedro depois que soube que já não
regia, e para lançarem o
Infante fóra da
côrte | 29 |
| XC—Como o Infante
D. Anrique entendeu nas cousas do Infante D. Pedro
para seu favor, e assi o conde
d'Abranches | 34 |
| XCI—Vinda do conde
d'Abranches ás
côrtes | 35 |
| XCII—De como o
Infante D. Anrique se foi vêr a Coimbra com o
Infante D. Pedro, e com elle o conde d'Abranches, e das novidades que
se
seguiram | 37 |
| XCIII—De uma
fórma de concordia que El-Rei fez em escripto
entre o Infante D. Pedro e o duque de Bragança e d'outras
cousas que contra o dito Infante se
seguiram | 39 |
| XCIV—De como
El-Rei enviou requerer ao Infante D. Pedro as suas armas,
que tinha em
Coimbra | 41 |
| XCV—Como o conde
d'Arrayolos veiu de Ceuta para concordar o Infante
com El-Rei, e as causas porque se presumio que estas cousas se damnavam
mais | 43 |
| XCVI—De
como El-Rei mandou vir o duque de Bragança á sua
côrte, e como o Infante D.
Pedro determinou que em auto de guerra como vinha não
leixaria-o passar por sua
terra | 46 |
| XCVII—Do
recado que o Infante D. Pedro enviou ao duque, sendo
já em
caminho | 48 |
| XCVIII—Da
resposta do duque ao Infante D.
Pedro | 49 |
| XCIX—Do
que o conde d'Ourem ordenou em favor do duque seu pae para
não leixar de proseguir seu caminho, e dos recados que
El-Rei ao Infante D. Pedro
enviou | 51 |
| C—De
como o Infante D. Pedro determinou impedir a passagem ao duque, e
se percebeu e partiu para
isso | 55 |
| CI—De
uma falla que o Infante D. Pedro fez aos seus, estando todos a
cavallo | 56 |
| CII—De outra falla
que o duque tambem fez aos seus em seu favor contra
o Infante, e de como Alvaro Pires de Tavora lhe
respondeu | 58 |
| CIII—D'outra falla
que o duque fez a todolos seus, em que determinou
não leixar o seu
caminho | 60 |
| CIV—De como o
conde d'Abranches fallou ao Infante, aconselhando-o que
desse no
duque | 62 |
| CV—De como o duque
não quiz esperar o Infante, e se salvou
atravessando secretamente a Serra d'Estrella, e do que o Infante
sobr'isso disse e
fez | 63 |
| CVI—Como o duque
se foi a Santarem onde era El-Rei, e do que se fez
contra o
Infante | 66 |
| CVII—De como
El-Rei declarou o Infante por desleal, e mandou fazer
geraes percebimentos de guerra para ir
sobr'elle | 68 |
| CVIII—Do que o
Condestabre filho do Infante D. Pedro fez, estando
entre o Tejo e
Odiana | 70 |
| CIX—De uma carta
que a Rainha enviou ao Infante D. Pedro seu padre,
sobre um conselho que acerca d'elle se tivera para sua morte ou
destruição, e
do conselho e determinação que o Infante
sobr'ella
teve | 72 |
| CX—Dos conselhos
desvairados que ao Infante sobre sua
proposição foram
dados | 75 |
| CXI—De como o
Infante se teve ao conselho do conde d'Abranches, que
foi
morrer | 78 |
| CXII—Como
o Infante D. Pedro e o conde d'Abranches
consagraram ambos de morrer um quando outro
morresse | 79 |
| CXIII—Como
a Rainha houve d'El-Rei que perdoaria ao Infante seu padre
se elle lhe pedisse perdão, e assi lh'o escreveu, e a causa
porque não houve
effeito | 81 |
| CXIV—Como os
imigos do Infante D. Pedro procuravam haver antes odio
que amor nem afeição entre
El-Rei e a Rainha sua
mulher | 84 |
| CXV—De um
cumprimento que o Infante D. Pedro acerca de sua innocencia
por meio de religiosos fez com
El-Rei | 85 |
| CXVI—Como El-Rei
não tinha possibilidade de ir sobre o
Infante como proposera, e como a partida do Infante de Coimbra foi
causa da sua
morte | 87 |
| CXVII—Como o
Infante D. Pedro partiu de Coimbra, e como seguiu seu
caminho até Rio Maior, e do conselho que hi
teve | 89 |
| CXVIII—Como o
Infante partiu de Rio Maior e se foi a Alcoentre, e as
pessoas d'El-Rei que hi mandou matar, e a causa
porque | 94 |
| CXIX—Como El-Rei
proveu e segurou a cidade de Lisboa, para o Infante
se não recolher a
ella | 96 |
| CXX—Como o Infante
partiu de Castanheira, e se foi alojar no Ribeiro
d'Alfarrobeira | 97 |
| CXXI—Como El-Rei
chegou sobre o arraial do Infante D. Pedro, e como
por caso e sem deliberação se seguiu sua
morte | 99 |
| CXXII—Como o conde
d'Abranches tambem logo foi morto, e como acabou
como esforçado cavalleiro, e do que se mais seguiu no cabo
da
batalha | 102 |
| CXXIII—Da
maneira que se teve com o corpo do Infante D. Pedro, e como
foi vilmente tratado e
soterrado | 104 |
| CXXIV—Exclamação
á morte do Infante
D.
Pedro | 105 |
| CXXV—Das
feições, costumes e virtudes do Infante
D.
Pedro | 110 |
| CXXVI—Do que a
Rainha fez com a nova da morte do Infante seu
padre | 113 |
| CXXVII—Como
a Infante mulher do Infante D. Pedro soube de sua morte, e
do que se fez de seus
filhos | 114 |
| CXXVIII—Como
os imigos do Infante procuravam que El-Rei se quitasse da
Rainha, e quão virtuosamente El-Rei o fez com
ella | 115 |
| CXXIX—Como
El-Rei fez aos Reis e Principes christãos uma
geral notificação da morte do Infante, e das
respostas que houve, e da embaixada do duque e duqueza de Borgonha, que
sobre a morte do dito Infante e sua desculpa foi
principal | 117 |
| CXXX—De como a
judaria de Lisboa foi roubada, e a causa
porque | 119 |
| CXXXI—De como foi
o casamento da Imperatriz D. Lianor irmã
d'El-Rei com o Imperador Frederico, e festas que por elle se
fizeram | 120 |
| CXXXII—Da partida
da Imperatriz d'estes reinos, e das pessoas que com
ella
foram | 124 |
| CXXXIII—Como a
Imperatriz chegou á Italia e foi do
Imperador recebida, e assim como ambos foram pelo Papa recebidos e
coroados em
Roma | 126 |
| CXXXIV—Dos filhos
que a Rainha pario, e de como o Infante D. Fernando
secretamente se foi d'estes reinos, e logo tornou a
elles | 128 |
| CXXXV—Como o Gram
Turco tomou a cidade de Constantinopola, e o Papa
publicou cruzada contra elle, e El-Rei D. Affonso a
tomou | 133 |
| CXXXVI—De como a
Rainha pariu o Principe D. João e d'outras
cousas a que El-Rei satisfez ácerca do Infante D. Pedro, e
como casou a Rainha D. Joana com El-Rei D. Anrique de
Castella | 135 |
| CXXXVII—Da
treladação e exequias que se fizeram
aos ossos do Infante D. Pedro, e como a Rainha sua filha logo falleceu,
e os ossos da Rainha D. Lianor foram de Castella trazidos ao mosteiro
da
Batalha | 137 |
| CXXXVIII—Como
El-Rei outra vez acceitou a cruzada contra os turcos
quando fez os Cruzados, e com os percebimentos que para isso fez passou
em Africa e tomou aos mouros a villa
d'Alcacere | 140 |
| CXXXIX—Como
El-Rei se foi d'Alcacere a Ceuta, e como a villa foi por
El-Rei de Fez cercada, e El-Rei a não pôde
socorrer, e desafiou El-Rei de
Fez | 150 |
| CXL—Das
cousas que passaram n'este cerco, até que de todo
se
alevantou | 153 |
| CXLI—De
como se fez em Alcacere a coiraça para
defensão e segurança da villa, e como D. Duarte,
capitão, se houvera de
perder | [5] |
| CXLII—De
como
a villa d'Alcacere foi de segunda
vez cercada por El-Rei de Fez, e do que se passou n'este segundo
cêrco até que se
alevantou | [9] |
| CXLIII—Como
D. Duarte foi feito conde de Vianna, e El-Rei
quizera outra vez passar em Africa para que se
percebeu | [13] |
| CXLIV—De
como falleceu o Infante D. Anrique, e de seus feitos,
bondades, e
virtudes | [15] |
| CXLV—De
como falleceu o duque de Bragança, e sobcedeu sua
casa e herança o marquez de Villa Viçosa, e como
D. Fernando seu filho passou em Africa, e de vinda foi feito conde de
Guimarães | [19] |
| CXLVI—De
como falleceu a Infante D. Caterina, sendo já
concertada para
casar | [20] |
| CXLVII—De
como foi a ida d'El-Rei em Africa com os dois mil de
cavallo, e do escallamento de
Tangere | [21] |
| CXLVIII—Da
grande e danosa tormenta que El-Rei e o infante passaram no
mar | [25] |
| CXLIX—De
como foi o primeiro cometimento do escalamento de
Tangere | [26] |
| CL—De
como o Infante D. Fernando sem El-Rei entrou d'Alcacere e correu
a terra aos
mouros | [27] |
| CLI—De
como o Senhor D. Pedro, filho do Infante D. Pedro, se foi de
Ceuta para Barcellona e se intitulou Rei
d'Aragão | [29] |
| CLII—De
como o escalamento de Tangere se commetteu a segunda vez pelo
Infante D. Fernando sem consentimento
d'El-Rei | [33] |
| CLIII—De
como o escallamento de Tangere se commetteu finalmente a
terceira vez pelo Infante D. Fernando e do desastrado sobcedimento que
houve | [36] |
| CLIV—Como
El-Rei foi d'este triste caso avisado em Ceuta, o dia que
tinha concertadas vistas em Gibraltar com El-Rei de Castella, a que
todavia foi, e o fundamento das ditas
vistas | [42] |