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PROLOGO[v]
ANTELOQUIO[1]
I. Elementos staticos da Litteratura[7]
§ 1.—A Raça e o Meio[10]
§ 2.—A Tradição e os Costumes[62]
a) Das fórmas lyricas[70]
b) Das fórmas épicas[83]
—Do elemento iberico[86]
—Do elemento germanico[90]
—Transformação erudita do Romance
popular
[97]
c) Das fórmas dramaticas[100]
§ 3.—A Linguagem oral e escripta[126]
§ 4.—Patria e Nacionalidade[161]
II. Elementos dynamicos da Litteratura[174]
§ 1.—A Edade media (Hegemonia da França)[177]
a) Influencia gallo-romana (Lyrismo
trobadoresco)
[191]
b) Influencia gallo-franka (Gestas e Epopêas
medievaes)
[203]
c) Influencia gallo-bretã (Poemas e Novellas
da Tavola Redonda)
[216]
d) A cultura latino-ecclesiastica e humanista[247]
§ 2.—A Renascença (Hegemonia da Italia)[263]
a) O Humanismo quinhentista[272]
I. Antagonismo dos dois elementos classico
e medieval
[281]
a) O Lyrismo petrarchista[288]
b) A Epopêa classica[292]
c) A Comedia e a Tragedia classicas[299]
II. Sympathia pela Edade media na Eschola
da Medida velha
[302]
a) Os Poetas da Medida velha[304]
b) Romances e Novellas de
Cavalleria
[307]
c) Os Autos hieraticos[313]
b) O Culteranismo seiscentista (Hegemonia
da Hespanha)
[316]
c) O Arcadismo e a reacção proto-Romantica
(Hegemonia da Inglaterra)
[332]
§ 3.—O Romantismo (Hegemonia da Allemanha)[348]
a) Rehabilitação da Edade media[354]
b) O Ultra-Romantismo[358]
c) Disciplina critica e philosophica[366]
III. Epocas historicas da Litteratura portugueza[373]
PRIMEIRA ÉPOCA
(SECULOS XII A XV)
Preponderancia dos elementos tradicionaes e estheticos da Edade
media, e começo de transição para o estudo da Antiguidade
classica
1.o Periodo (Seculos XII a XIV):
Trovadores portuguezes[374]
Novellas de Cavalleria:—O Amadis de Gaula[380]
2.o Periodo (Seculo XV):
Os Poetas palacianos[384]
Os Historiadores portuguezes[389]
SEGUNDA ÉPOCA
(SECULOS XVI A XVIII)
Predominio da imitação da Antiguidade classica, e abandono
das Tradições nacionaes
1.o Periodo: Os Quinhentistas (Seculo XVI):
PARTE I: Poetas da Medida velha[390]
Novellas de Cavalleria e Pastoraes[393]
Gil Vicente e as origens do Theatro nacional[396]
PARTE II: A Eschola italiana[400]
Sá de Miranda e a Pleiada portugueza[402]
Camões, e sua Eschola lyrica e épica[404]
A Comedia e a Tragedia classicas[408]
2.o Periodo: Os Culteranistas (Seculo XVII)[411]
3.o Periodo: Os Árcades (Seculo XVIII)[416]
A Arcadia de Lisboa[417]
Os Dissidentes da Arcadia[418]
A nova Arcadia[421]
A baixa Comedia[423]
TERCEIRA ÉPOCA
(SECULO XIX)
Revicescencia das Tradições nacionaes pela idealisação da Edade
media, e comprehensão do elemento classico pela solidariedade historica
[425]
Os chefes do Romantismo[427]
Os ultra-romanticos[429]
Dissolução do Romantismo: Eschola de Coimbra[430]
NOTA BIBLIOGRAPHICA[435]

NOTAS DO EDITOR

Os erros tipográficos evidentes foram corrigidos. Algumas palavras escritas em português arcaico, tais como "perstigio", foram mantidas como na versão original e verificadas em um dicionário da língua portuguesa do século XIX.

Devido à utilização de línguas arcaicas nesse texto, as inconsistências de hifenização e acentuação foram mantidas conforme a versão original.

Nesta versão, o carácter "caret" (acento circumflexo) foi utilizado com ou sem chaves para representar letras sobrescritas.