Não fazem mal as musas aos doutoures.
Folhas dispersas dos meus annos de oiro,
Vivo enxame das minhas alvoradas,
Tenho zelos de vós, folhas sagradas,
As Desdemonas sois de um outro moiro.
Os meus amores! que livro
Tão fragante e saboroso!
Scentelhas aureas e vivas,
D'um prosador luminoso!
Brisas da serra!
Trechos idylicos
Da nossa terra!»
Fernandes Casta.