Se escutasse o rouxinol.
Tu vens ó lua, tu deixas
Talvez ha pouco o paiz
Onde do bosque as madeixas
Já têm um floreo matiz;
Amaste do ár a doçura,
Do azul céo a formosura,
Das aguas o suspirar!
Como hasde agora entre gelos
Dardejar teus raios bellos,