Faz-me negro o coração.

Eia, pois, oh astro amigo,

Voltemos aos puros céos,

Leva-me, oh lua, comtigo,

Preso n'um raio dos teus;

Voltemos ambos, voltemos

Que nem eu nem tu podemos

Aqui ser quaes Deus nos fez;

Terás brilho, eu terei vida,

Eu já livre, e tu despida