Só tem o pranto enxugado
Pela mão do pobre Jau;
De escravo tornou-se amigo,
E no peito, só comsigo,
Supportou cruel castigo,
Mas nunca se tornou máo.
Debruçados sobre os Cantos,
Da nossa fama padrão,
Bem juntos verteram prantos
Sobre a nossa escravidão!