Casados por ludibrio á innocencia!
Era a infancia dormindo na desgraça,
Esquecendo risonha a voz da fome,
Era a vida a raiar entre os andrajos,
A indigencia assentada ao pé do berço!
Quasi ás portas de um templo consagrado
Ás artes, ao prazer, ao luxo, aos ricos,
Quando a turba pejava as aureas portas
Do marmoreo edificio... ao pé, bem perto
Sobre as humidas pedras do lagedo,