O throno de Jehovah, e a eternidade!
A. A. Soares de Passos, Poesias, 145. 2.ª ed. Porto, 1858.
ANHELOS
Que immenso vacuo n'este peito sinto!
Que arfar eterno de revolto mar!
Que fogo ardente, que já mais extincto
Sómente afrouxa para mais queimar?
Ai! esta sêde que meu peito rala,
Talvez a apague mundanal prazer: