Ali os gosos de um feroz delirio
Á luz das armas sentirei em mim,
Ou n'uma d'ellas o funéreo cirio
Que á paz dos mortos me conduza emfim.
Mas não, não quero sobre a terra escrava
A vós tyrannos immolar o irmão...
O mar, o mar, que em sua furia brava
Ninguem domina com servil grilhão!
O mar, o mar! sobre escarcéus revoltos
Em fragil lenho fluctuar me apraz