O espaço, o espaço! qual ligeiro vento

Irei lançar-me n'esse mar sem fim,

E a longos tragos aspirar o alento,

Sentir a vida que desejo em mim...

Ora aguia altiva, desprezando o sólo,

O rei dos astros buscarei então,

Ora entre as neves do gelado pólo

Voarei nas azas do veloz tufão.

Mas solitario, sem cessar errante,

De que valêra na amplidão correr?...