Se nem um élo, um só, nos prende ao mundo?

Se nada tem comnosco a natureza?

Segue, segue o teu curso, astro bemdito,

Que entre milhões de sóes vaidoso passas

Derramando nos seios do infinito

O ardente germen de futuras raças.

Tu, sim, és immortal.—Na tua frente

Reluz etherea, inextinguivel chamma,

Que sempre, sempre, á voz do omnipotente,

De novas éras o raiar proclama.