Sem ti as montanhas que ondeam distantes
No pardo horisonte, não tem habitantes,
Ninguem móra lá;
Mas quando as envolve de candidos mantos,
Visões namoradas de aérios encantos
Teu brilho lhes dá.
Eu amo-te sempre! quer brilhes entre ondas,
De nuvens gigantes, que timida escondas
O casto fulgor;
Bem como o futuro que sonha o poeta,