Vi a próvida formiga,

Vi a aranha tecedeira,

Vi a abelha nossa amiga,

Vi a vêspa carniceira:

E o sirgho, que a sêda tece,

Com que os homens enriquece.

Vi as conchas variadas

Na fórma, grandeza e côres,

Umas nas aguas salgadas,

Lá vivem com seus amores;