A ti e aos teus não é dado;

Pobre como és, coitado,

Aos pobres o que has de dar?»

Então a criança pobre,

Sem más sombras de desgosto,

Tendo o sorriso no rosto

Da egreja se aproximou,

E após, serena, em silencio,

Ao chegar junto da velha,

Descobrindo-se, ajoelha,