Talharam-te na purpura o sudario;
Deixaram-te ermo e só!
Salve, oh rei! Rei no solio e no abandono;
Mais rei no exilio do que os reis no throno,
Rei até sobre o pó.
II
Salve, oh martyr, coroado
Dos espinhos da paixão;
N'uma nova cruz pregado
D'uma nova redempção!