Porque uma vez, não me esquece,
Balbuciei uma prece,
D'angustia soltei um ai,
Da magoa o brado no anceio
Que não teve ecco no seio
De um senhor, que é Deus... que é pae!
Ao soffrimento puz termo,
Suffoquei n'alma as paixões,
E no peito achei um ermo
De affectos, de sensações;