No céo, no mar, na terra e... na virtude!

Virtude! Que é mais que um nome

Essa voz que no ár se esvái,

Se um riso que ao labio assome

N'uma lagrima nos cae!

Que és, virtude, se de luto

Nos vestes o coração!

És a blasphemia de Bruto

—Não és mais que um nome vão.

Abre a flor á luz, que a enleva,