Não é amor, que eu sinto,

É uma adoração!

Que azas previdentes

Do anjo tutelar

Te abriguem sempre á sua sombra pura!

A mim basta-me só esta ventura

De ver que me consentes

Olhar de longe... olhar!

João de Deus, Folhas soltas, p. 31. Porto, 1876.