A pedra o gello seu me communica,
E como a pedra o corpo inerte fica!
Ouve. Acordei de um sonho longo e aziago
Na vertigem da febre que devora;
Prostra-me o pezadello máo, persago,
Que me levou alem dos mundos fóra.
Por onde eu ia me seguia o estrago,
Pude então meu destino ler; e agora
A mim voltei; ah, sobre mim o bloco
Assim encontro... E como o palpo e toco!