AMIGOS...
Era da Terra-Nova: um formidavel cão.
O homem que m'o vendeu, chamava-lhe—Sultão,
E creio que o trazia ha dois annos comsigo;
Eu só lh'o quiz comprar para ter um amigo ...
Depois que lh'o paguei, o soberbo animal
Lançou-lhe um triste olhar d'estes que fazem mal,
Que envolvem um adeus, talvez o derradeiro!
O dono, distrahido a contar o dinheiro,
Nem mesmo reparou n'essa muda afflícção,