D'esta hora, só d'esta hora, mysteriosa assim,

Só d'esta hora de doces e santas alegrias,

Eu aprendo o que podes, oh Potencia sem fim!

És tu, oh Natureza que a rigidez me ensinas,

Que os sophistas da Eschola, na Eschola assombrará,

Em ti bebo a Sciencia, que das coisas divinas

Tenho, que o mundo busca, mas no mundo não ha!

Que logar fica á duvida em corações, que o effeito

Mago d'estes momentos faz d'amor palpitar?

Oh virações do empyreo, purificae-me o peito,